Porto Velho,
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Silvio Santos

Colaborador do Gentedeopinião, ZEKATRACA é titular da coluna Lenha na Fogueira no jornal Diário da Amazônia. E-mail: zekatracasantos@gmail.com - Informo aos colegas dos grupos folclóricos que se quiserem que divulguemos seus eventos, é só enviar a programação via e-mail zekatraca@diariodaamazonia.com.br ou pelo ZAP ZAP 9302-1960.

Domingo tem palhaçada na Madeira Mamoré - Por Zekatraca

19/04/2017 - [03:05] - Cultura



O grupo de teatro Ruante vai apresentar no próximo domingo dia 23, as 17 horas, no complexo da Estrada de Ferero Madeira Mamoré – EFMM o espetáculo “Cabaré do Ruante” um Espetáculo de variedades circenses, números musicais e outros elementos, aliado a muito improviso e muita interação com o público.

O Teatro Ruante foi criado em 2004 na cidade de São Paulo, criou três espetáculos que circularam por diversas cidades do estado. Em 2015 o gruo mudou-se para a cidade de Porto Velho/RO.

O grupo tem como fonte inspiradora o universo popular e busca fundir em seus espetáculos a linguagem circense, o teatro de rua e a música.

O Teatro Ruante foi criado com o propósito de apresentar-se em espaços abertos e alternativos, visando comunicar-se com o público das mais variadas idades. Seus integrantes acreditam que os espetáculos servem de mediação para uma comunicação franca com seu público.



Ficha Técnica

Concepção: Teatro Ruante

Adailtom Alves - Palhaço Magrila

Bruno Selleri - Palhaço Mazela

Selma Pavanelli - Palhaça Tinnimm

Apoio e registro: Ana Paula Rodrigues e Val Barbosa

Informações: 69 98164-3332/ 99271-4848 / 98120-8611 nas redes sociais.

 

 


 

 

Lenha na Fogueira


Parece que o cancelamento dos desfiles das escolas de samba, não foi tão bem aceito pelas escolas de samba, como consta da nota oficial da Fesec e da entrevista coletiva do Ocampo. Acontece que alguns carnavalescos me telefonaram criticando a decisão tomada pela Funcultural/Fesec.

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Inclusive os dirigentes da Associação vencedora do Chamento Público, não estão nada satisfeitos com a falta de respeito para com a entidade, pois, segundo eles (da Associação GTDF), a Funcultural não teve a coragem de enviar-lhes documento comunicando da decisão. “Não nos convidaram nem para a reunião que realizaram com a direção da Fesec”, reclamou a presidente Barbara Pereira.

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Disse ainda que não existe esse negócio da entidade não está compatível para realizar os repasses às escolas de samba. “Está no Diário Oficial do Município o Resultado do Chamamento Público nº 001/2017 da Funcultural que diz o seguinte:

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Aos vinte e nove dias do mês março de 2017 a Comissão Técnica de Julgamento para análise das propostas conforme portaria de nº 013/2017 selecionou no Chamamento público nº 001/2017/FUNCULTURAL, referente ao processo nº 02.21.00020/2017, que teve por objetivo selecionar organização da sociedade para coordenar o desfile das escolas de samba do grupo especial e de acesso, no carnaval 2017 em Porto Velho, a Entidade GRUPO TEATRAL DIZ-FARSA-GTDF, Entidade de Direito Privado, inscrita no CNPJ nº 07.702.458/0001-31 que compareceu na sessão do dia 27/03/2017 conforme Ata da sessão, entregou seus envelopes nº 01 e nº 02 e teve a sua proposta aceita perfazendo uma pontuação de 7.0 pontos, após análise a Entidade foi habilitada, sendo declarada vencedora. - (ass) Daiane Roberta Souza (PRESIDENTE), Flamareon J. Farias Cruz (Secretário) e Godofredo Gonçalves Neto (Membro).

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Ta vendo! O resultado saiu no dia 27 de março e só agora no dia 17, foi que vieram dizer que não dava pra realizar os desfiles, porque teriam menos de dez dias para monta os enredos.

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Se a documentação do GTDF estava correta porque não providenciaram logo o repasse, pelo menos na primeira semana de abril que terminou no dia 8.

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Já disse que era contra a realização dos desfiles no dia 30 deste mês, agora, não posso concordar, é com o argumento de que a Entidade vencedora do Chamamento Público não estava compatível para realizar os repasses às escolas de samba. Tai a publicação do Diário Oficial do Município provando que a documentação estava correta.


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E mais, quem deveria reunir as escolas de samba para decidir sobre os desfiles, era a Entidade vencedora do Chamamento Público, ou seja, o GTDF. A Funcultural deveria reunir com os dirigentes do Diz-Farsa para decidir sobre o cancelamento ou não e o Diz-Farsa comunicaria à FESEC sobre a decisão. No mais, a tal de reunião deveria contar com a participação das três entidades, GTDF/FUNCULTURAL/FESEC aí sim, seria uma decisão justa e unânime.

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E agora pergunta a direção do GTDF, como será feito o repasse para o Seminário anunciado na entrevista coletiva do presidente da Funcultural?

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Bom dia seu Ze Katraca, você está certo em não participar da coletiva do poderoso Ocampo, pois está claro e muito bem claro que esse negócio de carnaval em Porto Velho-RO, não é muito a praia de quem está a frente desta "Fundação" nem tão pouco do titular eleito pelo sofrido povo deste Municipio. O foco principal dessa gestão, não sei porque, é a EFMM, tem algo ai, como você escreveu: Se fosse no tempo do Sérgio Valente ele escreveria: “Tem coisa no ar e não é avião e nem urubu!” Quem enviou esse COMENTÁRIO foi o leitor: Fernando Souza e Silva.


 




Prefeitura e Fesec cancelam desfile das escolas



O curto espaço de tempo para a utilização dos R$ 400 mil que a Prefeitura de Porto Velho repassaria às escolas de samba da capital — cerca de 10 dias apenas —, fez com que o município e a Federação das Escolas de Sambas e Entidades Carnavalescas de Rondônia (Fesec) decidissem em conjunto cancelar o desfile previsto para o próximo dia 30, no Parque dos Tanques. O cancelamento foi confirmado pelo presidente da Funcultural, Antônio Ocampo, em coletiva de imprensa nesta terça-feira (18).

A necessidade de obedecer ao prazo de tramitação da documentação das escolas de samba, estabelecido pela nova lei que dispõe sobre contratos e convênios, para que o recurso fosse liberado foi o principal motivo das escolas de samba da capital não desfilarem neste ano. A medida foi tomada porque, para a Fesec, em menos de duas semanas não daria tempo para preparar um desfile de qualidade. O espetáculo ficaria prejudicado.

“Infelizmente, esbarramos nessa questão legal. E a lei por ainda ser nova, três anos apenas de aplicabilidade, a própria Procuradoria-Geral do Município teve que demandar mais tempo para adequar todo o processo às exigências da nova norma legal. Percebemos então que o tempo para a compra do material, confecção de alegoria, fantasias ficaria muito apertado e comprometeria o brilhantismo da tradição cultural”, explicou Ocampo.

Hudson Mamedes, presidente da Fesec, disse que em respeito à população e também ao dinheiro do contribuinte, a melhor saída seria cancelar o desfile do que remarcá-lo para outra data. “É impossível você preparar uma escola de samba em dez dias. Sabemos disso por causa de experiências anteriores. Então para não fazer feio, é melhor pegarmos todo esse tempo que teremos pela frente para nos preparar melhor”, disse.

INCENTIVO

As ações de apoio às escolas de samba terão início em maio, com a realização de um seminário para discutir justamente o carnaval porto-velhense. A Funcultural também já tem programado a realização de duas oficinas de capacitação. Uma, com um artesão de Pararintins (AM) e outro com um diretor de harmonia de uma escola do Rio de Janeiro. Os técnicos que ministrarão as oficinas ainda serão definidos.

Outra decisão da tomada, será a inclusão das escolas de samba na programação que será elaborada para comemorar os 103 anos de criação de Porto Velho, em outubro. A inclusão será a pedido da Fesec para que as escolas não fiquem sem se apresentar este ano. As apresentações serão nos locais onde houver programação do aniversário. Ocampo confirmou que as atividades culturais ocorrerão em várias áreas da cidade.

Antônio Ocampo adiantou ainda que dentro da dinâmica da política adotada pelo prefeito dr Hildon Chaves, a auto sustentabilidade é um dos fatores principais. Pensando nisso, a Funcultural já iniciou a negociação com o proprietário da casa de shows Talismã 21, par que as escolas de samba de Porto Velho, uma vez por mês, utilize o espaço para realizar eventos a fim de conseguir levantar recursos para financiar seu desfile.

“A ideia é fazer com que essas agremiações carnavalescas se movimentem o ano todo para angariar fundos e não ficar exclusivamente dependendo do repasse de verba do poder público. É preciso sair do comodismo que se vive hoje no meio cultural, tanto em relação as entidades, como também à própria Funcultural. Queremos fazer do nosso carnaval uma atração turística, então temos que nos mover nesse sentido e fazer com que as escolas tenham vida própria”, afirmou.

Antônio Ocampo disse que na atual administração a intenção é não atrapalhar ninguém e, sim, auxiliar o segmento cultural da cidade no sentido de começar a andar com as próprias pernas para que a cultura também seja auto sustentável, que possa se gerir e buscar recursos sem depender do município. A mesma ideia de autonomia será levada às quadrilhas e bois bumbás das festas juninas. (Texto e fotos: Comdecom).


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